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Aquicultura Ornamental um mercado promissor

Por: Paulo Mário Carvalho de Faria, Karina Ribeiro, Camila Fernanda Almeida, Felipe Weber Mendonça Santos e Rudã Fernandes Brandão Santos
Manter um fluxo de caixa sadio e sustentável nas pequenas e médias propriedades rurais é um dos grandes desafios para o piscicultor brasileiro, e a diversificação da renda por meio de investimentos em novas culturas é uma alternativa viável. Neste cenário, a aquicultura ornamental é uma alternativa promissora, uma vez que exige áreas menores, além de possuir aspectos produtivos semelhantes aos da piscicultura de corte já praticada na propriedade. As respostas aos questionamentos que podem ajudar o piscicultor a fazer parte deste promissor mercado estarão na série de artigos que se inicia nesta edição, e que têm como objetivo mostrar o potencial da aquicultura ornamental, principalmente para os produtores que já atuam na produção


A qualidade da água impacta profundamente o bem estar, o desempenho, saúde, sobrevivência, produtividade e, sobretudo, o custo de produção dos peixes. Diferente dos cultivos em tanques-rede, onde o produtor pouco pode fazer em relação à qualidade da água, no cultivo em viveiros e açudes as ações de monitoramento e correção da qualidade de água são extremamente necessárias e intensas, razão pela qual os produtores de peixes em açudes e viveiros precisam entender bem os fundamentos da produção e os fatores que impactam a qualidade da água ao longo do cultivo. Na sequência de matérias que aqui se inicia, Fernando Kubitza discute os fundamentos que regem a produção de peixes em viveiros, com destaque a questões práticas relacionadas à qualidade de água, uso da aeração, conceitos de biomassa segura e econômica, estratégias de cultivo que possibilitam maximizar a produtividade e os lucros e novas tendências no cultivo de peixes em viveiros.


UFPR desenvolve projeto de carcinicultura de água doce

Por: Eduardo Luis Cupertino Ballester e Fabrício Martins Dutra
Para estimular o cultivo do M. rosenbergii, na região oeste do Paraná, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) vem, ao longo de quase seis anos, desenvolvendo um projeto que já atendeu mais de 20 produtores de diferentes municípios da região. Dentre eles Palotina, Nova Santa Rosa, Maripá, Marechal Cândido Rondon, Terra Roxa, Francisco Alves e Brasilândia. Esses produtores contam com assessoria técnica em todas as etapas da produção, bem como, com capacitações anuais através de cursos de extensão e palestras ministradas pela equipe da UFPR.


Mapa de risco na aquicultura: uma ferramenta essencial para a saúde e segurança do trabalhador

Por: Pedro Keller de Oliveira; Kelly Cristina Tagliari de Brito; Maria Helena Fermino; Benito Guimarães de Brito; Andrea Ferretto da Rocha; Lissandra Souto Cavalli
O mapa de risco é uma ferramenta simples e de baixo custo, que atua na promoção da saúde e segurança coletiva. Tem como objetivo conscientizar o trabalhador sobre os riscos no local de trabalho e auxiliar na prevenção, diminuição e controle dos agravos à saúde.


Tilápia lake virus e o comércio internacional da tilápia do Nilo e de seus produtos

Por: Henrique César Pereira Figueiredo e Henrique César Pereira Figueiredo
A Panorama da AQÜICULTURA convidou os especialistas do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, Escola de Veterinária, Universidade Federal de Minas Gerais, para que escrevessem aos leitores um artigo de opinião, sobre a atual situação e os possíveis desdobramentos para a produção de tilápia no Brasil, diante da presença do “Tilapia lake virus” (TiLV), o novo vírus de tilápia recentemente descoberto.


E mais:
Uso de beta-glucanos purificados e mananoligossacarídeos em peixes tropicais: alternativas naturais para um incremento na produção; Análise de investimentos parciais na aquicultura – Parte II ; Notícias & Negócios; Calendário Aquícola...

 
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