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Leia Nesta Edição

A Kappaphycus alvarezii é uma macroalga cultivada com a finalidade de servir como matéria prima para a obtenção da carragena kappa I, uma substância largamente utilizada na alimentação de humanos e animais, além de desempenhar um importante papel na indústria de cosméticos. Ainda que incipiente, o cultivo de Kappaphycus no Brasil é bastante promissor, sendo considerado uma ótima opção de negócio, a ser desenvolvido no litoral de alguns estados do país. Atualmente, o cultivo de Kappaphycus somente é liberado pelo Ibama entre a Baía de Sepetiba -RJ e Ilha Bela –SP, onde esforços vêm sendo feitos por alguns empreendedores. Leia no excelente artigo do biólogo marinho Miguel Sepulveda sobre os aspectos técnicos e comerciais do cultivo dessa espécie de fácil manejo e reprodução, que contribui com geração de empregos e aumento da renda, e colabora para a fixação de comunidades em seus locais de origem.


É necessário ir além dos 30%

Por: Fernando Kubitza
O filé de tilápia é hoje um dos produtos de pescado mais valorizados no mercado. Apesar disso, os produtores e frigoríficos continuam trabalhando com margens apertadas, enquanto o varejo opera com consideráveis margens nas vendas e mínimo risco. Para conferir maior competitividade e lucratividade ao setor, e melhorar a remuneração ao produtor e a lucratividade dos frigoríficos, é preciso aproveitar melhor os subprodutos do peixe, que hoje, invariavelmente, acabam virando farinha, óleo ou hidrolisado para uso em ração animal, quando não acabam no lixo.


Juntar vários piscicultores em uma mesma área, sem a definição de regras de conduta, das responsabilidades e compromissos individuais pode aumentar os riscos de esses parques aquícolas virarem verdadeiros centros disseminadores de patologias. Os autores relatam no artigo como foram determinadas as áreas mais adequadas para a instalação de parques aquícolas nos reservatórios do rio Paranapanema, e concluem que demarcar, licenciar e licitar os parques aquícolas são apenas os primeiros passos de uma caminhada que exige planejamento de forma a não comprometer o sucesso da atividade.


Análise de investimentos parciais na aquicultura – Parte I

Por: Pedro Iosafat Istchuk; João Lorena Campos; Eduardo Akifumi Ono
O artigo apresenta os conceitos econômicos básicos e os principais índices utilizados na avaliação de oportunidades de investimento. Na próxima edição 154 será publicada a Parte II, quando aquicultores e técnicos acompanharão o passo a passo da avaliação de viabilidade de investimentos, e o que é importante considerar nas tomadas de decisão entre realizar, ou não, um investimento na propriedade.


E mais:
Entrevista com Francisco Medeiros, secretário executivo da Associação Brasileira de Piscicultura (PeixeBR); Informe Empresarial: Belgo Bekaert Arames - O “futuro” da aquicultura brasileira está próximo; Lançamentos Editoriais; Eventos Aquícolas em destaque; Notícias & Negócios; Notícias & Negócios online; etc....

 
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